quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Dá Série Reflexão:

ALIMENTE SUA FÉ, CADA QUAL COM A SUA

O alimento para alma é a fé. Quando ouvimos o ditado “a fé remove montanhas”, podemos até achar uma loucura, ou crer cegamente, eu fico com a segunda opção, porque a fé é uma das melhores coisas que o ser humano pode cultivar nesta vida, a fé é como um sopro, um vento, você não o vê, mais o sente, a fé é assim, não podemos tocá-la, mas ela existe, e quando digo cada qual com a sua, é porque a fé vai se manifestar de muitas formas, e ela não precisa ser grande, basta ser do tamanho de uma semente de mostarda, esta valendo, porque como diz o outro “veneno pouco também mata”, e se veneno pouco mata, a fé em pequena ou grande quantidade não importa, o que importa é que ela exista, e acalente a alma de acordo com sua necessidade. Alimente-se de fé, embale sua alma com o suspiro mais profundo que tenha dado em toda sua vida, pois se alimentar de fé é tal qual respirar, é um ato inconsciente e presente ao mesmo tempo, não podemos ficar sem ar, podemos? Quanto tempo você agüenta ficar sem respirar? E sem fé? Como viver sem fé? Quanto tempo você viveria solto neste mundão, sem crer em uma força maior que te move, que te embale todas as manhãs e todas as noites de sua vida, quiçá até a eternidade! Pense nisso! Cultive sua fé! Trate bem dela, assim como o ar que você respira.
Elaine Marcelina

Rio de Janeiro, 3/4/15

Dá Série Reflexão:

COLHEITA EXTREMAMENTE JUSTA!

A colheita é uma preocupação que paira sobre os mortais, tal qual o sol e a lua, um de dia o outro a noite, e assim é o pensamento do ser humano, como ter uma colheita justa? Embora para ter o justo, você tem que ter sido justo, e aí meus queridos, é que a porca torce o rabo, porque as vezes eu nem plantei mas quero colher, como assim? Bem assim, desse jeito, a pessoa passou a vida toda a passeio, não se deu conta de que tinha uma missão por aqui, e um belo dia acorda blasfemando, “Isso não é justo! ” “Porque estou passando por isso? ” “Só comigo que acontece isso! ” “Não aguento mais, perere pão duro”, e a essa altura, Inês é morta, quem é a Inês? Não sabe? Pois bem a Inês poderia ser a Maria, a Ana, a Julia ou a Joaquina, é só uma maneira de dizer que já era, já foi o tempo já passou meu bem e você ficou aí estagnado, vendo a banda passar e quando se deu conta a música já havia parado, e você se encontrava ali inerte, no mesmo lugar. E como ter a tão sonhada colheita? E ainda por cima Extremamente Justa? Me desculpe, mas é querer demais, não acha não? É só uma dica de como por vezes ficamos paralisados diante da vida, reclamando, ou até mesmo curtindo, bebendo, e deixamos a vida passar diante de nossos olhos, e um belo dia quando acordamos e olhamos no espelho ele está lá e você se pergunta, ué? Ele não estava aí ontem, como ele apareceu? Ele é seu primeiro fio de cabelo grisalho, um dos sinais de que a vida já esta bem adiantada, e você nem se deu conta, pois com toda certeza ele não aparece do dia pra noite, leva um tempo, e esse tempo é primordial para seu crescimento, para que sua mente esteja tão evoluída quanto seus fios brancos, de forma que você tenha orgulho deles, do que eles de fato representam, e não tenha medo, pavor, tente esconde-los a todo custo, ou pior negá-los até a morte, te adianto que nenhuma destas atitudes adiantará, pois o tempo esse é justo, e trás consigo as respostas de uma vida, tipo um quebra cabeça, as peças vão se encaixando de acordo com o tempo, na vida é assim, uma peça que não se encaixe hoje, por algum motivo, amanha ou um pouco mais ela se encaixará perfeitamente, ainda que a colheita não esteja a contento, a maturidade lhe ajudará a lidar com as peças do quebra cabeça.
Elaine Marcelina

Rio de Janeiro, 3/4/15

Dá Série Reflexão:

COMER: UM ATO SAGRADO E PROFANO

Comer comemos por prazer? Para nos alimentarmos? Ou por gula? Dependendo da resposta podemos classificar como um ato sagrado ou profano, qual você escolhe? Vamos por parte. Quando estamos na barriga de nossa mãe, somos alimentados pelo cordão umbilical e comemos tudo que ela come, creio que aí já comece a dar o tom de sua alimentação, pois já naquele momento dependemos da consciência de nossa mãe, se ela vai seguir o correto ou se vai aloprar e danasse as conseqüências em minha fase adulta. Beleza, passado esse teste inicial vem a fase da amamentação, quantas mãe amamentam? Quantas não? Quantas querem amamentar? Quantas não querem por conta do corpo, o seio vai cair estas coisas. Sigamos, baseado em todas essas circunstancias anteriores você passa a comer com qualidade ou não enquanto criança, conduzido por sua mãe, sendo que essa boa ou má alimentação fará toda a influência em sua vida adulta, e mais se você teve uma boa alimentação até os três anos de idade vai influenciar no seu ensino-aprendizagem, e etc. Vou tentar ir direto ao ponto se não escreverei um livro só com o tema deste capitulo, quando chegamos a fase adulta e nos tornamos responsáveis por nossos atos, dentre eles esta o ato de comer, que passa por nós despercebidos, entramos na fase de direitos e deveres e esquecemos o direito ou dever com esse corpo que nos foi dado ou emprestado, segundo sua crença ou credo. E aí é que mora o perigo, como eu como? Com gula? Por ansiedade? Somente para alimentar o corpo? Ou confundo tudo e deixo a mente influenciar na minha alimentação e dependendo de minha saúde mental eu como mais ou menos, eu nem me dou conta e quando vejo, estou lá, de cara para balança, me perguntando, como cheguei até aqui? E tanto faz se é para mais ou para menos, se este gordo, obeso ou magro e definhando, ambos os processos veio acontecendo e você nem se quer deu atenção, foi seguindo, comendo, comendo, ou evitando a comida, seja por que motivo foi você não cuidou do seu corpo. E diante do caos instalado o que fazer? Seguir, parar ou retroceder? Aí você se vê numa sinuca de bico, pois se seguir, pode morrer, se parar ninguém garante que irá se curar e retroceder, é o ideal, mas como? Com que forças? Como mudar uma condição estabelecida por você durante anos, ainda que seja para seu bem, mas quem te comanda é seu cérebro, e como mandar esta mensagem para ele a esta altura do campeonato, tipo “Ei você ai! Escute-me! Quero mudar, quero uma vida saudável a partir de agora! Só isso basta? Ou tem que ser uma construção diária de você com você mesmo, dia a dia lutando contra tudo aquilo que não te faz bem, mas que por diversidades de motivos seu cérebro o faz pensar que aquilo te da prazer, te faz bem, momentaneamente, mas ao longo de sua vida, vai te detonando conforme uma bomba relógio. Então meus caros se algum de vocês chegou a esta fase da vida, onde comer pode ser profano, pare, se escute, se observe, lute por você, por sua vida, pelos seus e principalmente saiba ser grato ao universo, a vida, a deus, a Oxala, a Buda, como queira, ou a quem queira agradecer, isso de fato não importa, o que importa mesmo é saber que este corpo que foi lhe dado ou emprestado, um dia você terá que prestar conta dele, e neste dia não vai ter choro nem vela, até porque se você não crê em nada dito até aqui e minimamente vive um dia de cada vez sem querer saber o que veio fazer aqui, se veio a passeio ou se tem uma missão, aqui mesmo neste plano, você pode ter todas as respostas, sem mesmo passar para o lado de lá, como diz alguns, pois seu corpo pode se destruir aqui mesmo diante de ti, ele pode apodrecer, feder, da bicho, te paralisar, nossa tantas coisas, mais já dei um prenuncio. E como trouxe a reflexão pra roda, me jogo nela de corpo e alma, eu não cuidei do meu corpo como deveria, e nesta fase da vida, estou tentando correr atrás do meu prejuízo, como diz o ditado, estou sentindo cada centímetro de minha falta de senso para comigo mesma, estou sentindo o quanto nós podemos nos destruir, nem precisa que ninguém o faça por nós, eu fiz isso por mim, mas assim como a fênix, estou ressurgindo das cinzas, resolvi cuidar de mim, do meu corpo, da minha alma e do meu espírito, sei que vão dizer, nossa ela mistura as estações, estava a pouco falando de corpo e agora, já esta falando de espírito, de alma, aviso aos navegantes que ainda estou sã, pelo mesmo é o que penso, brincadeirinha a parte, tudo esta interligado. O ato de comer está intimamente ligado as nossas emoções, podemos comer porque estamos felizes, ou por que estamos tristes, ou só para nos alimentarmos, e é bem aí que o ato de comer pode ser sagrado ou profano. Para encurtar a prosa reflita como o ato de comer é na sua vida, e se você lida bem com a comida ótimo parabéns para você, mas se por algum a caso for o contrário, você não lide bem com a comida, pare e mude, e se não conseguir sozinho busque ajuda, o que importa é você procurar a cura, seja de que forma for. A comida não pode te vencer te dominar, não pode ser mais forte que você, entendeu? É isso, só por hoje.
Elaine Marcelina
Rio, 3/4/2015


Dá Série Reflexão:

DEGUSTANDO: SÓ UMA PEQUENA ENTRADA

Quando pensei neste exercício de encaixar a vida no roteiro de um jantar, mas aquele jantar, com tudo que tem direito, pois bem e todo jantar que se preze, tem uma entrada, são aqueles petiscos, que você vai beliscando e conversando, enquanto espera o primeiro prato, é uma coisa leve só mesmo para abrir o apetite. Vamos lá, na sua vida o que te abre o apetite? O que te faz ficar papeando descontraidamente, até a chegada do primeiro prato? Enquanto você vai pensando numa resposta vou descrevendo e respondendo a questão, pra mim a entrada da vida é a fase da adolescência, você está ali meio sem saber o que esta acontecendo com você com seu corpo, aguardando uma mudança, que nem sabe bem como é, só sabe que quer, e fica sedento, passa por poucas e boas até chegar a fase adulta, que seria aqui neste caso o próximo quesito da noite, mais voltemos a este, a entrada, que a meu ver é bem no meio de minha adolescência, onde eu tinha até vergonha de rir, tinha vergonha dos dentes, mas era observadora, desejava os dezoito anos, achava que seria o auge da minha vida, bem se ver que estava só na entrada mesmo da vida. E por falar nesta fase de minha vida, eu a degustei do jeito que deu, com todas as crises pertinentes a idade, as espinhas, o corpo mudando, fui degustando a vida conforme dava, e posso dizer-lhes de cadeira a entrada de minha vida foram meu prenuncio dos meus anos dourados, um dourado meio lusco-fusco, mias fui feliz, fui adolescente, com todas as letras, com toda a entonação necessária a época e a ebulição que nos causa este período da vida. Então fazendo hoje um balanço da minha adolescência, foi uma degustação saborosa, com pouca pimenta, sal a gosto, alguns quitutes, muitas torradinhas, enfim uma entrada para ninguém botar defeito.


Elaine Marcelina

Dá Série Reflexão:

O PONTO DO DOCE

Quando penso em doces, penso no ponto, sabe? O ponto onde ele fica delicioso, sem estar doce demais, e ainda tem o fazer, como não sei fazer, só sei comer, sempre ouço dizerem “o doce tem que estar no ponto” ou “sabe dar o ponto do doce? ” E aí meus queridos esse é o ponto alto da questão, da reflexão que venho fazendo na construção deste texto, estou fazendo a relação entre o ponto do doce e o ponto da vida, vão me dizer “endoidou de vez! ” Não, não endoidei, só mesmo pensando cá com os meus botões, se o cozimento do doce, digo o processo do “fazer” o doce fosse tal qual o processo de “viver” a vida? Entrando nesta linha de raciocínio, sigamos como dar o ponto, ou achar o ponto certo da vida? Difícil. Verdade, porém é bem aí que estou, tentando relacionar a vida, com o cozimento, e como pra viver temos que saber viver, saber conviver com o outro, viver em harmonia, em comunidade, viver com o outro, viver em família, administrar os conflitos, isso tudo faz parte do cozimento, e penso que quando chegamos ao ponto do doce, quando se trata do ponto da vida, seria pra mim a maturidade, aquele momento da vida em que sabe lidar com as adversidades, com os conflitos, com os altos e baixos, eu diria assim “essa fase da minha vida se chama: maturidade”. Esse é o ponto doce da vida, que nem sempre é um doce, mas que se fosse também seria um tédio, só um sabor, só uma experimentação, nem pensar!

Elaine Marcelina

Dá Série Reflexão:

Personagens
 Dia desses conversando com uma amiga, cantei uma música para ela em ritmo de funk e disse, agora dou MC Elaine, e a convidei para lançarmos um CD, lógico que de brincadeira, pois sou a pessoa mais desafinada do planeta. Ao desligar pensei caramba! Esta semana fui tantas coisas, enfermeira, por que meu padrasto estava doente, entrei neste personagem de fato e de direito, fui cozinheira, embora, não seja a melhor neste ofício, mas da pro gasto, e aí depois de transitar por este universo de funções, pensei na vida e nos personagens que vamos vivenciando ao longo da vida, hora por necessidade, hora por conveniência, hora por querer, hora por imposição, hora por não ter como escapar da situação, por não ter opção de escolha, simplesmente ter que encarar e vivenciar o personagem, mesmo sem ter atuado naquele papel antes, tipo assim "a Vera" "ou bola ou bulica" "sem ensaio" "sem treino" é encarar a cena, o tablado, que neste caso é a vida e pronto, depois veremos ou sentiremos a "platéia" se agradamos, se receberem os aplausos ou vaias, mas sabe o que vale nisso tudo? Ter encarado a cena, ter vivido, ter tido coragem de vivenciar os personagens que foram surgindo ao longo de sua atuação, ou seja, ao longo de sua vida. E aí meus queridos sabem qual o saldo no final? Positivo! Sabe por quê? Porque não tememos, não fugimos a nossa missão, é isso que vale no fim das contas. Ao menos para mim.
Elaine Marcelina

Rio, 25/1/2015

DÁ SÉRIE REFLEXÃO:

ESPIRAL

Hoje fiquei observando a moça da, Xerox colocar o espiral na encadernação, como ela parecia ter pouca prática, demorou e pude ficar ali olhando e pensando sobre o processo de encadernação e fazer uma metáfora com o conflito que vivo atualmente, o espiral é todo enrolado, cada um numa espessura, tal qual nós seres humanos e poderíamos pensar que por ele ser enrolado a sua forma de agir também fosse “enrolada”, mas não, para ele cumprir sua função, tem que entrar nos furos bem certinhos feito pela máquina e aí teremos uma boa encadernação, com todo aquele processo pensei, a melhor forma de nos desenrolarmos é fazer a coisa certa, trilhar o caminho certo, tal qual o espiral, ir passando buraco por buraco, se tiver algo atrapalhando no caminho ele não passa, só depois de desobstruir a “via”, ou melhor, o caminho  que ele continua sua “caminhada”, e é assim que devemos fazer, desobstruir a passagem para podermos seguir, ainda que demore um tantinho mais que a passagem do espiral, o caminho tem que estar livre. Observar o espiral e sua função no dia de hoje, me fez pensar no quão nossa vida é enrolada, mais nós podemos desenrolá-la e seguir sempre, sempre haverá uma saída.
Elaine Marcelina

Rio, 11/2/ 2016

Receita da felicidade

RECEITA DA FELICIDADE Ingredientes: 100 gramas de alegria 150 gramas de amor puro 500 gramas de bom humor 200 gramas de energia ...